Viver é como andar de bicicleta. É preciso estar em constante movimento para manter o equilíbrio.

Albert Einstein

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Um frio de rachar

As previsões meteorológicas apontavam para um Domingo com muito frio e de facto elas concretizaram-se, pois o ar matinal era de cortar a respiração. Por tal motivo o percurso programado foi alterado, de forma a realizar um mais curto e com menor ritmo, adequado  aos rigores climatéricos. Assim eu, Vítor, Sr. António e José Armando, pedalámos por Senhora do Carmo, Peroviseu, Capinha, Monte do Bispo (via Ferrarias), Carvalhal (via Quinta dos Termos), Estação de Belmonte e regresso a casa. Foi mais uma excelente manhã velocipédica de fortalecimento da resistência cardíaca e aérobica, com o único senão do frio que se fez sentir.
De notar, que para mim foi um dia especial, já que foi a estreia da minha nova bike, a Scott CR1 Pro. Para já excelentes sensações e um conforto a que não estava habituado. Corresponde plenamente às expectativas.
Ficam Algumas fotos desta manhã:
Paragem na Capinha. Após uma conversa sobre a medida das bicicletas, o Sr. António tenta descortinar o número da medida da bicicleta do Vítor.


Fotografia bastante fraquinha. Em primeiro plano a protagonista do dia.


Conversa animada na última paragem da manhã, no Milénio, na Estação de Belmonte.


 
Tudo pessoal muito fotogénico. Uma das boas fotografias do grupo e uma recordação para a posteridade.


Agora o meu novo brinquedo...

As mais-valias de uma planificação adequada - parte 1

Passados já alguns meses após a quadra natalícia, muitos foram aqueles que não conseguiram resistir às tentações gastronómicas da época, deixando que isso se traduza em mais alguns quilitos em cima da balança. De consciência pesada, e já com um "pneuzito" a intimidar no frente-a-frente com o espelho, a decisão é muitas vezes solene: fazer da bicicleta a mais fiel aliada.
Todavia, se a iniciativa é sempre louvável, o certo é que antes dar azo ao sonho é imperativo "colocar os pés no chão" e traçar um plano de preparação que se adeque às características físicas e metas traçadas pelo amante do pedal. O planeamento a longo prazo deverá ter em linha de conta uma série de factores, tais como: o actual momento de forma, o objectivo do treino, o tempo disponível, entre outros. Percebendo cada a um destes pontos, será mais fácil estipular o tipo de treinos a realizar.

A TIPOLOGIA DOS TREINOS
A primeira coisa a fazer e a definição de um plano de treino que se coadune com as suas possibilidades, tendo sempre em linha de conta que o mesmo não deve imiscuir-se com diversos factores como a vida social, familiar e laboral. Depois há que tentar retirar o melhor rendimento do tempo que tem disponível. Se por exemplo dispõe diariamente de 90 minutos para a prática velocipédica, não interessa se realiza urn treino de 30, 40 ou 50 quilómetros, o seu desempenho não será nem melhor nem pior, consoante a distância percorrida, mas sim de acordo com a qualidade do treino efectuado, assim como os benefícios físicos e psíquicos retirados do mesmo.
De há alguns anos a esta parte, também o trabalho nos rolos começou a ficar mais em voga e hoje estes ocupam já um papel primordial na preparação física de qualquer ciclista/ciclodesportista que queira viver momentos de júbilo em cima do selim. O certo é que uma sessão de rolos, por exemplo com uma duração média de uma hora, se for bem-feita e executada com uma boa cadência e com uma intensidade adequada, poderá trazer inúmeros benefícios ao nível do que será a sua performance no futuro. Na realidade, não nos podemos esquecer que, regra geral, todo trabalho realizado numa sessão de rolos e devidamente maximizado em virtude de não existirem paragens ou quebras de ritmo associadas a semáforos, decidas em que seja necessário parar de pedalar, ou paragens para rectificar alguma deficiência técnica da máquina. Em suma, cenários com que os utilizadores da bicicleta se deparam no seu quotidiano. Nos rolos, pelo contrário, é possível rodar a um ritmo constante e manter uma pulsação extremamente regular.
Quando treinamos em função de cadências, pulsações, percentagens de inclinação do terreno, séries, intervalos, recuperações completas, incompletas etc., estamos a incidir em distintos sistemas do nosso organismo. Deste modo, será possível exercitar diferentes qualidades físicas, tais como a resistência, a força, a velocidade e a flexibilidade. Esta última deverá ser uma presença constante no quotidiano do ciclista, pois é essencial para auxiliar numa mais rápida e eficaz recuperação e primordial para evitar lesões. De modo a que sua temporada seja planeada da forma mais adequada, deverá dividi-la em três fases distintas e em cada uma delas deverá aplicar distintos volumes de trabalho (horas e quilómetros), intensidades e caracteristicas físicas: período preparatório, período competitivo e período de transição (estes últimos dois itens no caso de se tratar de urn ciclodesportista ou de um corredor profissional).
Antes de mais, há que preparar uma base. A duração da mesma estará directamente condicionada com o índice de preparação que o indivíduo apresenta. Deste modo, se se tratar de alguém que já leva muitos anos nas lides do pedal e com hábitos regulares de treino, urn período de oito semanas será suficiente para levar a cabo este período preparatório. Se ao invés os hábitos em cima do selim forem recentes ou pouco frequentes, este ciclo deverá estender-se a 12 semanas.
Nesta fase há uma qualidade física que terá urn papel preponderante: a resistência aeróbia, matriz na qual assentam todas as restantes qualidade físicas. Urn treino adequadamente executado durante este período irá permitir-lhe adquirir as condições apropriadas para os treinos mais específicos que se afigurarão numa etapa posterior. Quer isto dizer que por maior que seja a força física que uma pessoa tenha, se não tiver uma base estável de resistência aeróbia isso de nada the servirá. O mesmo é dizer que, por maior que seja a força física que um indivíduo tenha à partida, qualquer entusiasta do pedal que aparente ter um porte mais frágil poderá ultrapassar o primeiro numa subida com uma quilometragem mais extensa, isto se tiver treinado adequadamente a resistência.

Fonte "Ciclismo a fundo"
 

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Volta para Domingo, 14 de Fevereiro

Para a volta de Domingo o percurso é o já anunciado anteriormente, o qual poderá sofrer algumas alterações, assim apareçam melhores sugestões. 
O local de encontro será o Café Mira Serra, em Caria, às 8 horas e 45 minutos, onde tomaremos o primeiro café da manhã, guardando o segundo para Vale de Prazeres.
Até Domingo.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Peugeot RCZ eleito como o mais bonito

O Peugeot RCZ foi eleito o automóvel mais bonito do ano de 2009, no 25º Festival Internacional do Automóvel. Esta distinção foi-lhe atribuída num concurso onde votaram mais de 100 000 internautas, de 62 países. O RCZ estará à venda depois de Abril em 30 países.


terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Lavagem da bicicleta

Finalmente consegui arranjar alguém que me lavasse a bicicleta. Informo que também está disponível para os amigos, queria dizer, para lavar a bicicleta dos amigos.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Os amigos do boneco

Manhã bem diferente da de Sábado, pois as nuvens altas não deixaram romper o Sol. Contudo, as probabilidades de chuva eram diminutas, pelo que a volta previamente traçada, foi realizada. Assim, eu, Vítor e Sr. António pedalámos a bom ritmo, com paragem na Capinha para o primeiro cafezinho da manhã. A segunda paragem, onde se juntaram a nós o José Armando e o Sérgio, foi na Meimoa, onde tomámos o segundo café, o nosso "doping" natural, para realizar os quilómetros que nos faltavam percorrer. Foi mais uma manhã cinco estrelas e com uma subida notória de forma, por parte de todos nós, o que perspectiva num futuro próximo, um aumento de quilometragem e com saídas mais cedo, até porque os dias já são bem maiores, assim o tempo o permita.
Ficam algumas fotos que ilustram a magnificência deste passeio.

Fotografia tirada na Capinha, junto ao Coreto.
Note-se que o treino realizado, durante a semana, com o "fotógrafo automático", deu bons resultados.


Na Meimoa, José Armando a "falar para o boneco".


Depois de uma conversa animada, José Armando quase a conseguir convencer o boneco para lhe guardar a bicicleta, enquanto íamos tomar café.


Vítor meteu-se na conversa e estragou tudo, pois o boneco acabou por dizer que não trabalhava de borla e José Armando não estava disposto a pagar "para o boneco".


Contudo, acabou tudo em bem e ficaram os três amigos.


Foto com o grupo dos amigos do boneco. Mudo, cego e surdo, mas ainda assim um bom companheiro.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

As 10 melhores bicicletas do mundo em 2009 - Ciclismo a fondo

TREK MADONE 6.9 PROJECT ONE


PINARELLO DOGMA


SCOTT ADICT RC


CERVÉLO S3


ORBEA ORCA TRC


GIANT ADVANCED SL LTD


TIME RXR ULTEAM


SPECIALIZED TARMAC SL3 SUPERLIGHT


CANNONDALE SUPERSIX HM ULTIMATE


BH G5 ULTIMATE

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Para Domingo 7 de Fevereiro

Se o tempo permitir realizar a habitual volta de Domingo, o local de encontro será o Café Mira Serra, em Caria, às 8 horas e 45 minutos, onde tomaremos o cafezinho da manhã.
Até Domingo.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Fomos à Gardunha


Ainda antes da hora marcada, juntei-me aos companheiros Vítor, Sr. António e José Armando, para efectuar a volta previamente combinada: Caria; Senhora do Carmo; Fundão; Alcaide (via Gardunha); Capinha; Caria;  Malpique para o Vítor; Belmonte para o Sr. António e Belmonte Gare para o José Armando. A manhã apresentou-se bem fria, mas o aparecimento do Sol amenizou esse desconforto e pedalámos até ao Fundão, onde parámos no Café Restaurante Sanzala, visto que o Vítor acredita que aí o café tem uma dose acrescida de cafeína. Se tem ou não, não sei, mas que é um bom café, não tenho dúvida. Após esta paragem, continuámos o nosso percurso, com nova paragem e última junto à fonte e depósito de água, antes do Alcaide, para reposição de energias, tendo levado para o efeito uns figos secos de "comer e chorar por mais", melhores que as melhores barras energéticas, com toda a garantia. A partir daqui foi sempre a pedalar, pois a volta acabou por ter mais quilómetros que os inicialmente previstos e ia-se aproximando a hora do almoço. Ficam algumas fotografias: 

Os companheiros no parque do Café Restaurante Sanzala, enquanto se  prepara o "fotógrafo automático".


A inaptidão para trabalhar com a máquina distrai o Vítor, enquanto que o Sr. António vai pensando "já não saímos daqui hoje".


Certamente que o fotógrafo foi ao Lidl comprar uns iogurtes, pois a fotografia a quatro não sai das intenções.


Finalmente!
E tanto trabalho para não ficar grande coisa. O Vítor é que tem razão, tenho que treinar mais em casa.


Junto ao depósito e chafariz do Alcaide, também na preparação do "fotógrafo automático".


Também não ficou muito bem, mas prometo que vou treinar em casa.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

domingo, 24 de janeiro de 2010

E viva Manteigas, rainha da Serra de Estrela.

O tempo continua  incerto e a manhã acordou cinzenta,  sem chuva e com temperatura  agradável, tendo em consideração que estamos em Janeiro, em pleno Inverno. A volta, já programada no dia anterior, foi com os companheiros de Belmonte,  rumo a Manteigas. Assim, à hora marcada, nove da manhã, eu, José Armando, Sérgio e Vítor (de Belmonte), juntamo-nos no local de encontro, café "O galo", onde tomámos o café da manhã. O percurso foi feito a um ritmo bastante interessante, tendo em conta que se está no início de mais uma época e a forma física longe do ideal. Foi mais uma manhã dominical de convívio e salutar esforço físico, que acaba por tornar mais fácil a semana de trabalho que se avizinha. Fica um breve testemunho fotográfico desta manhã.


Sérgio e José Armando, na paragem "obrigatória" nos Bombeiros Voluntários de Manteigas, para a segunda dose de cafeína da manhã.



Boa camaradagem, no bar dos B.V. M.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Volta a solo


Depois de muita chuva, hoje a manhã acordou cinzenta, com algumas nuvens mais claras num sítio, mas logo outras de um cinzentão carregado a meter medo aos mais afoitos, caso do amigo Vítor que se amendrontou ao olhar para cima e preferiu ficar em casa. O que é certo é que não chovia e a vontade de pedalar era grande. Que remédio, meti-me à estrada sozinho, com equipamento que, no caso de chover, só não me protegia  as pernas. Ao longo do percurso as condições climatéricas foram ficando cada vez melhores, a temperatura era magnífica e convenci-me mesmo que a chuva não faria a sua indesejada aparição, como de facto aconteceu. Assim foi uma volta em ritmo de passeio, com controle da pulsação/esforço, pois a condição física está longe do ideal. O percurso foi de 67 Km, com passagem por Estação de Belmonte, Inguias, Casteleiro, Terreiro das Bruxas, Vale da Senhora da Póvoa, Meimoa, Benquerença, Três Povos, Capinha e chegada ao ponto de partida, Caria.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Mais um passeio pedestre

O forte nevão impossibilitou-me de trabalhar, mas, em contrapartida, permitiu-me dar mais um passeio pelo mesmo itinerário do dia anterior, mas desta vez com muita neve.
Ficam algumas fotos:











Caria vestida de branco.












Cabeço de Caria.




Pontão romano.