B-I-C-I-C-L-E-T-A
Sou sua amiga bicicleta
Sou eu que te levo
Pelos parques a correr
Te ajudo a crescer
E em duas rodas deslizar
Em cima de mim
O mundo fica à sua mercê
Você roda em cima
E o mundo embaixo de você
Corpo ao vento
Pensamento solto pelo ar
Pra isso acontecer
Basta você me pedalar
B-I-C-I-C-L-E-T-A
Sou sua amiga bicicleta
Sou eu que te faço
Companhia por aí
Entre ruas, avenidas
Na beira do mar
Eu vou com você comprar
E te ajudo a curtir
Picolés, chicletes
Figurinhas e gibis
Rodo a roda
E o tempo roda
E é hora de voltar
Pra isso acontecer
Basta você me pedalar
B-I-C-I-C-L-E-T-A
Sou sua amiga bicicleta
Faz bem pouco tempo
Entrei na moda pra valer
Os executivos
Me procuram sem parar
Todo mundo vive preocupado
Em emagracer
Até mesmo seus pais
Resolveram me adotar
Muita gente ultimamente
Vem me pedalar
Mas de um jeito estranho
Que eu não saio do lugar
B-I-C-I-C-L-E-T-A
Sou sua amiga bicicleta
Simone
segunda-feira, 22 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
O primeiro passeio da Primavera
Hoje eu, Vítor e Sr. António, metemo-nos à estrada para realizar o primeiro passeio de Primavera, com tempo a condizer. Por motivos imputáveis ao companheiro Vítor, a volta teve de ser encurtada, passando por Senhora do Carmo, Peroviseu, Capinha e Caria. Como ainda era cedo, resolvi prolongar o meu percurso, tendo ainda passado por Belmonte, Orjais, Senhora do Carmo e Caria, tendo totalizado 90 Km.
Ficam algumas fotos.
Exterior do restaurante "O Mário", onde tomámos um excelente cafezinho.
Podemos ver, e contra provas não há argumentos, o Vítor a puxar a carroça.
Tivemos que lhe dar algum apoio, pois isto de andar a puxar carroças não é para todos e é cansativo...
sábado, 20 de março de 2010
Chegou a Primavera
Não parece, mas a Primavera começou hoje no hemisfério Norte, às 17 horas e 32 minutos e vai prolongar-se até às 12 horas e 28 minutos de 21 de Junho.
A nova estação do ano terá assim uma duração de 92,75 dias: começa a contar desde a ocorrência do equinócio e dura até ao próximo Solstício, que anunciará o Verão.
O equinócio é o instante em que o Sol, no seu movimento anual aparente, corta o equador celeste. "A palavra, de origem latina, significa "noite igual ao dia", pois nestas datas dia e noite têm igual duração”, explicou o Observatório Astronómico de Lisboa (OAL).
A Rapariga da Bicicleta - Dulce Pontes
A Rapariga da Bicicleta
Dulce Pontes
Composição: José da Ponte/Fred Micaelo
Quem não suspira ao ver passar
A rapariga da bicicleta?
Com a saia a esvoaçar
Tão gentil, tão feliz, tão discreta...
Quem não suspira ao ver passar
A rapariga da bicicleta?
Com o peito a balouçar
Como o mar duma nau catrineta
Ah. Ah. Ah.
Quem te sopra um beijo
Não te causa hesitações
Nos pedais nem nos travões
Porque tu passas só
Nas asas do desejo,
Sem ter dó, tu és o
Traumatismo dos peões
Quem não suspira ao ver passar
A rapariga da bicicleta?
Com o rosto a irradiar
Uma emoção tão lunar, tão secreta
Quem não suspira ao ver passar
A rapariga da bicicleta?
Com as pernas a mostrar
Um afã de cortar outra meta
Dulce Pontes
Composição: José da Ponte/Fred Micaelo
Quem não suspira ao ver passar
A rapariga da bicicleta?
Com a saia a esvoaçar
Tão gentil, tão feliz, tão discreta...
Quem não suspira ao ver passar
A rapariga da bicicleta?
Com o peito a balouçar
Como o mar duma nau catrineta
Ah. Ah. Ah.
Quem te sopra um beijo
Não te causa hesitações
Nos pedais nem nos travões
Porque tu passas só
Nas asas do desejo,
Sem ter dó, tu és o
Traumatismo dos peões
Quem não suspira ao ver passar
A rapariga da bicicleta?
Com o rosto a irradiar
Uma emoção tão lunar, tão secreta
Quem não suspira ao ver passar
A rapariga da bicicleta?
Com as pernas a mostrar
Um afã de cortar outra meta
quinta-feira, 18 de março de 2010
Na senda do selim perfeito
Este deve ser confortável, até tem molas... Mas parece-me demasiado largo para uma bicicleta de estrada...
quarta-feira, 17 de março de 2010
Poema da Bicicleta
Era uma vez
Uma bicicleta
Que eu tinha
Que era minha...
Que não importava a hora
Sempre rodava comigo
Mundo a fora
Afora o horário
E eu nem amava o sonho
Pois não sabia
Aquilo o que era
Só sei que viajava
E achava bonito
Pedalar, sem cessar
Até cansar
Um outro lugar
Ir a todo lugar
Até chegar ao fim
(de outro sonho);
Uma bicicleta nova
Que assim me levou...
A milhões de sonhos
Professor Arnaldo
Uma bicicleta
Que eu tinha
Que era minha...
Que não importava a hora
Sempre rodava comigo
Mundo a fora
Afora o horário
E eu nem amava o sonho
Pois não sabia
Aquilo o que era
Só sei que viajava
E achava bonito
Pedalar, sem cessar
Até cansar
Um outro lugar
Ir a todo lugar
Até chegar ao fim
(de outro sonho);
Uma bicicleta nova
Que assim me levou...
A milhões de sonhos
Professor Arnaldo
segunda-feira, 15 de março de 2010
Elogio Barroco da Bicicleta
Redescubro, contigo, o pedalar eufórico
pelo caminho que a seu tempo se desdobra,
reolhando os beirais – eu que era um teórico
do ar livre – e revendo o passarame à obra.
Avivento, contigo, o coração, já lânguido
das quatro soníferas redondas almofadas
sobre as quais me etangui e bocejei, num trânsito
de corpos em corrida, mas de almas paradas.
Ó ágil e frágil bicicleta andarilha,
ó tubular engonço, ó vaca e andorinha,
ó menina travessa da escola fugida,
ó possuída brincadeira, ó querida filha,
dá-me as asas – trrim! trrim! – pra que eu possa traçar
no quotidiano asfalto um oito exemplar!
Alexandre O’Neill
pelo caminho que a seu tempo se desdobra,
reolhando os beirais – eu que era um teórico
do ar livre – e revendo o passarame à obra.
Avivento, contigo, o coração, já lânguido
das quatro soníferas redondas almofadas
sobre as quais me etangui e bocejei, num trânsito
de corpos em corrida, mas de almas paradas.
Ó ágil e frágil bicicleta andarilha,
ó tubular engonço, ó vaca e andorinha,
ó menina travessa da escola fugida,
ó possuída brincadeira, ó querida filha,
dá-me as asas – trrim! trrim! – pra que eu possa traçar
no quotidiano asfalto um oito exemplar!
Alexandre O’Neill
domingo, 14 de março de 2010
Hoje fomos a Manteigas
Percurso combinado já em andamento e com a esperança de nos juntarmos ao companheiro Moisés, que tinha planeado ir até Manteigas. Contudo, imperativos familiares impediram-no de realizar essa intenção. Ficamos à espera que em breve se junte ao pelotão.
Assim, eu, Sr. António e Vítor, lá fomos mais uma vez até à "Rainha da Serra de Estrela", numa manhã com Sol, mas com muito vento, por vezes bastante forte e frio, que causava algum desconforto. Foi uma manhã para rolar calmamente e melhorar a forma física, pois as condições climatéricas adversas impediram o treino nas últimas semanas, nomeadamente ao Vítor e Sr. António, pelo que hoje não era dia para grandes correrias.
Devido à falta de carregamento das pilhas, a máquina fotográfica recusou-se a funcionar, pelo que não há reportagem fotográfica. Fica um fotografia tirada da Net.
sábado, 13 de março de 2010
Oda a la Bicicleta - Pablo Neruda
Oda a la bicicleta
Iba
por el camino
crepitante:
el sol se desgranaba
como maíz ardiendo
y era
la tierra
calurosa
un infinito círculo
con cielo arriba
azul, deshabitado.Pasaron
junto a mí
las bicicletas,
los únicos
insectos
de aquel
minuto seco del verano,
sigilosas,
veloces,
transparentes:
me parecieron
só
lo movimientos del aire.
Obreros y muchachas
a las fábricas
iban
entregando
los ojos
al verano,
las cabezas al cielo,
sentados
en los
élitros
de las vertiginosas
bicicletas
que silbaban
cruzando
puentes, rosales, zarza
y mediodía.
Pensé en la tarde cuando los muchachos
se laven,
canten, coman, levanten
una copa
de vino
en honor
del amor
y de la vida,
y a la puerta
esperando
la bicicleta
inmóvil
porque
sólo
de movimiento fue su alma
y allí caída
no es
insecto transparente
que recorre
el verano,
sino
esqueleto
frío
que sólo
recupera
un cuerpo errante
con la urgencia
y la luz,
es decir,
con
la
resurrección
de cada día.
Pablo Neruda, 1956
Iba
por el camino
crepitante:
el sol se desgranaba
como maíz ardiendo
y era
la tierra
calurosa
un infinito círculo
con cielo arriba
azul, deshabitado.Pasaron
junto a mí
las bicicletas,
los únicos
insectos
de aquel
minuto seco del verano,
sigilosas,
veloces,
transparentes:
me parecieron
só
lo movimientos del aire.
Obreros y muchachas
a las fábricas
iban
entregando
los ojos
al verano,
las cabezas al cielo,
sentados
en los
élitros
de las vertiginosas
bicicletas
que silbaban
cruzando
puentes, rosales, zarza
y mediodía.
Pensé en la tarde cuando los muchachos
se laven,
canten, coman, levanten
una copa
de vino
en honor
del amor
y de la vida,
y a la puerta
esperando
la bicicleta
inmóvil
porque
sólo
de movimiento fue su alma
y allí caída
no es
insecto transparente
que recorre
el verano,
sino
esqueleto
frío
que sólo
recupera
un cuerpo errante
con la urgencia
y la luz,
es decir,
con
la
resurrección
de cada día.
Pablo Neruda, 1956
quinta-feira, 11 de março de 2010
Flores Na Cesta da Bicicleta Ceci
A menina na bicicleta Ceci ...
Parece um colorido colibri !
Ela coloca flores na cesta branca ...
Desta bicicleta rosa e franca !
Assim a menina corre sem parar ...
Fazendo esta bicicleta voar ...
Com o cheiro de flores pelo ar !
Então a menina vira beija – flor ...
Correndo nesta bicicleta de amor !
Ela espalha o perfume de flores ...
Com sua alma cheia de amores !
Uma flor sem água e sem raiz ...
Deixa esta menina muito feliz !
Ela se alimentam da brisa ...
Enquanto a bicicleta desliza ...
Pelas ruas tortuosas e perigosas ...
Protegida pelas flores cheirosas !
A menina na bicicleta Ceci ...
Parece um colorido colibri !
Ela coloca flores na cesta branca ...
Desta bicicleta rosa e franca .
Luciana do Rocio Mallon
Parece um colorido colibri !
Ela coloca flores na cesta branca ...
Desta bicicleta rosa e franca !
Assim a menina corre sem parar ...
Fazendo esta bicicleta voar ...
Com o cheiro de flores pelo ar !
Então a menina vira beija – flor ...
Correndo nesta bicicleta de amor !
Ela espalha o perfume de flores ...
Com sua alma cheia de amores !
Uma flor sem água e sem raiz ...
Deixa esta menina muito feliz !
Ela se alimentam da brisa ...
Enquanto a bicicleta desliza ...
Pelas ruas tortuosas e perigosas ...
Protegida pelas flores cheirosas !
A menina na bicicleta Ceci ...
Parece um colorido colibri !
Ela coloca flores na cesta branca ...
Desta bicicleta rosa e franca .
Luciana do Rocio Mallon
quarta-feira, 10 de março de 2010
Cicloturismo Audax o que é?
Audax, assunto em voga em alguns Blogs, pelo que fica um texto sobre o mesmo.
Cicloturismo Audax é o evento de cicloturismo mais antigo do mundo.
A história do Audax começa em 1891, quando o jornalista francês e cicloturista fanático Pierre Giffard, criou esse tipo de desafio fantástico, o qual consistia em percorrer os 600km que separam a capital Paris de Brest, e fazer todo o percurso de volta. Parecia loucura, mas Charles Terront completou o desafio em 71 horas e 22 minutos. No início surge como prova competitiva, em que são aceites cicloturistas entre os participantes. Em 12 de Junho 1897, um grupo de cicloturistas italianos percorreu 230km entre Roma e Nápoles. Pela audácia da façanha, e considerando-se as condições e equipamentos da época, foram chamados de audazes e denominou-se a mesma como "Audax". Em 1904 Henri Desgranges, criador do Tour de France, criou o Audax Francês, tal como o Audax Italiano, e delegou ao Audax Club Parisien a realização dos Brevets Audax em França. Assim o Audax Club Parisien passou a organizar o desafio. Em 1951 a prova deixa de ser competitiva. A partir desse ano o Paris-Brest-Paris converte-se definitivamente num evento cicloturista, e realiza-se todos os 5 anos. Ao longo dos anos foi ganhando importância e tradição. O evento chegou a ser realizado todos os 10 anos, mais tarde teve a sua periodicidade diminuída para 4 anos.
A palavra "Audax" vem do latim, audacioso, corajoso. É o nome dado a este evento cicloturistico não competitivo e de longa distância, conhecido internacionalmente também pelo nome de "randonnees". São eventos cicloturisticos, muito comuns na Europa, na América do Norte e na Austrália. O desafio do Audax não é a competição, mas terminar o "desafio" dentro do tempo limite, pedalando no seu próprio ritmo. A fórmula utilizada nos eventos Audax possibilitam a quase todos os utilizadores de bicicleta - os principiantes determinados, os que praticam o uso recreativo e ocasional e os cicloturistas - desfrutar do prazer de participar em eventos que representam um desafio e atingem altos padrões de satisfação pessoal, reconhecidos internacionalmente. Os eventos Audax são organizados por clubes. Para que o evento seja reconhecido internacionalmente, deve ser sancionado pelo "Randonneurs Mondiaux" (RM), organização internacional que congrega clubes de passeios de longa distância de 19 países, criada em 1983, e que utiliza as regras do Clube Parisiense Audax (ACP – Audax Club Parisien).
Apesar de serem eventos de massa, os Audax tendem a atrair ciclistas profissionais. O limite máximo de velocidade média, a não publicação de resultados e a proibição do uso de veículos motorizados de apoio, garantem que os Randonnées não se transformem em provas competitivas. Os tempos, limite na velocidade média e mínima é de aproximadamente 15 km/h, para distâncias até 600 km. Neste tipo de evento existem postos de controlo com horário de abertura e fecho pré-determinados.
Foram criadas etapas qualificadoras de menor distância, chamadas de “brevets", que de forma sucessiva preparam os cicloturistas para o grande desafio do Paris-Brest-Paris. Somente em 1983, quando os clubes organizadores desses brevets fundaram o “Lês Randonneur Mondiaux", é que esse tipo de prova passou a ganhar mais notoriedade na Europa e nos EUA. Na América do Norte existe um evento semelhante, o Boston-Montreal-Boston (BMB), realizado anualmente em um percurso de 1200 km (ida e volta), entre as cidades de Boston, nos Estados Unidos, e Montreal, no Canadá. Há também os "century" e os "double-century". São eventos de longa distância organizados pelos clubes de cicloturismo locais ou por particulares, com percursos de 100 milhas (160Km) e 200 milhas (320Km), respectivamente. As regras variam de acordo com cada evento, mas o espírito é semelhante ao do europeu: enfatizar a realização pessoal e o prazer de pedalar em grupo, em detrimento da competição. Praticamente todos os anos há brevet de 1.200 km em algumas partes do mundo, sempre organizado pelo ACP (Audax Club Parisien). No entanto, a cada quatro anos, é realizado um evento Audax em França, o PBP (Paris-Brest-Paris), o mais famoso dos brevets. Com 1.225 km de extensão, este desafio é a “Volta à França” dos cicloturistas de longa distância e chega a reunir mais de 4 mil participantes.
terça-feira, 9 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
A Bicicleta Laranja
Nova,
Linda.
Último modelo
Desejada a tempos
Mal esperava para usar
Saiu de casa
Montado na ansiedade
Aquela sensação de liberdade
Equilíbrio, controle
Como ter asa
Isso, voar!
Ser feliz bastava
Pedalar, era tudo.
Encheu o peito
Pôs os pés a girar
Ah! O vento no rosto…
Era pouco
Queria mais!
Pedalou
O vento mais forte
Pedalou…
A velocidade!
Pedalou…
Rápido e mais rápido!
Viver!
Estar longe de tudo
No limite!
Pedalou mais…
No paraíso!
Mais rápido…
Emoção
Um sonho!
Fechou os olhos…
Caiu!
Henriquer
Linda.
Último modelo
Desejada a tempos
Mal esperava para usar
Saiu de casa
Montado na ansiedade
Aquela sensação de liberdade
Equilíbrio, controle
Como ter asa
Isso, voar!
Ser feliz bastava
Pedalar, era tudo.
Encheu o peito
Pôs os pés a girar
Ah! O vento no rosto…
Era pouco
Queria mais!
Pedalou
O vento mais forte
Pedalou…
A velocidade!
Pedalou…
Rápido e mais rápido!
Viver!
Estar longe de tudo
No limite!
Pedalou mais…
No paraíso!
Mais rápido…
Emoção
Um sonho!
Fechou os olhos…
Caiu!
Henriquer
domingo, 7 de março de 2010
Como lavar a bicicleta
Lavagem da bicicleta
A lavagem da bicicleta é uma operação sensível e que dependendo do nível de sujidade e do tipo de manutenção necessária da bicicleta pode demorar mais que o que se pode pensar à partida.
Antes do mais, em qualquer situação de lavagem regular (sem manutenção das partes lubrificadas) é de extrema importância que não se utilize nem uma mangueira com muito pressão, nem um compressor de ar (para tirar o pó, por exemplo), nem um compressor de água. A utilização destes métodos para por vezes lavar uma simples camada de pó pode resultar em posteriores falhas de equipamento que reduzem a eficácia e o conforto da bicicleta pela contaminação com poeiras e outros detritos dos locais com lubrificação, ou pela limpeza indevida dessa lubrificação.
A melhor forma de limpar o pó de uma bicicleta guardada há algum tempo poderá passar por um simples pano do pó que não largue fibras e que não seja abrasivo. Não deve largar fibras para não contaminar os locais com lubrificante, nomeadamente os carretos da cassete da roda traseira, o desviador, os carretos da pedaleira ou a corrente. Não deve ser abrasivo para não danificar a pintura da bicicleta. Uma bicicleta com uma manutenção regular e guardada longe dos elementos, poderá estar pronta a rolar mesmo sem uso durante algum tempo (semanas, alguns meses), deve mesmo assim ser feita uma inspecção ligeira do estado dos cabos, dos calços de travão, dos pneus, para prevenir uma falha na estrada.
A lavagem de uma bicicleta após viagens à chuva requer uma abordagem diferente, dado que o nível de sujidade será maior (lama, óleo,...).
A lavagem de uma bicicleta após viagens à chuva requer uma abordagem diferente, dado que o nível de sujidade será maior (lama, óleo,...).
Para estas situações pode usar-se um balde com água e detergente adequado para bicicletas ou carros (limpam o mesmo tipo de sujidade e alguns têm cera para deixar a bicicleta reluzente ). Para sujidade mais agressiva (pedaços de lama), uma esponja funcionará melhor, para meros resíduos de lama e óleo, um pano pode bastar.
Durante a lavagem deve ter-se em atenção que a água com detergente não escorra para locais com lubrificante. Se se estiver a fazer a manutenção completa estes locais serão lubrificados de novo e deve usar-se um desengordurante adequado que seque rapidamente para que não fiquem vestígios, que o detergente deixaria mais facilmente.
Devido ao lubrificante que repele a água, a corrente custa mais a sujar-se, mas se necessitar ser limpa, deve usar-se um desengordurante adequado, voltando a lubrificá-la com óleo próprio para correntes depois de seca: uma gota por elo, rodar durante poucos minutos para o óleo penetrar e limpar com um pano o excesso.
Se for uma limpeza a fundo que inclua o eixo do garfo, o eixo da pedaleira, os pedais ou os cubos das rodas, deve ser usada uma massa consistente própria para a função e ter cuidado para não colocar óleo onde existe massa consistente. O óleo dissolve a massa consistente e gasta-se muito rapidamente nesses locais.
Depois de lavada pode deixar-se a bicicleta secar à sombra, para o sol não danificar as borrachas, ou passar com outro pano que não deixe resíduos. Nesta altura, para deixar a bicicleta mais vaidosa pode usar-se algum tipo de cera para bicicletas ou para carros, para que o quadro fique brilhante e a bicicleta bonita e porque estes produtos costumam dar alguma protecção da tinta aos elementos.
Bicicleta dos Sonhos
Quero voltar a andar de bicicleta
nas estradas do mundo novo
Sem ser massacrado pela chuva de fogo
Eu vou voltar a andar de bicicleta
nas estradas dos meus sonhos
Sem ser impedido de realizar
Pedalar além dos confins do horizonte
Conhecer novos ares
Passear por entre os montes
Até sentir o aroma do mar
Eu vou andar de bicicleta
nas estradas do mundo novo
Não importo com o que pensem de mim
Eu só quero pedalar
Eu vou andar de bicicleta
na bicicleta dos meus sonhos
Quero me livrar desta rotina
Viver além da certeza
Viajar para os mundos que nunca vi
Conhecer novos amigos e ser feliz
Amar a minha vida como sempre é
Ser simplesmente verdadeiro
Vislumbrar as paisagens lindas
Por entre as maravilhas
E levar a esperançosa
Junto em minha garupa
E mesmo depois da morte
Levarei essa lembrança comigo
Sempre serei grato à Deus
Por esta vida maravilhosa
E assim vou viajando
Rumo ao mais distante infinito
Pra começar tudo de novo
E viver vida nova.
Fábio Valentim
nas estradas do mundo novo
Sem ser massacrado pela chuva de fogo
Eu vou voltar a andar de bicicleta
nas estradas dos meus sonhos
Sem ser impedido de realizar
Pedalar além dos confins do horizonte
Conhecer novos ares
Passear por entre os montes
Até sentir o aroma do mar
Eu vou andar de bicicleta
nas estradas do mundo novo
Não importo com o que pensem de mim
Eu só quero pedalar
Eu vou andar de bicicleta
na bicicleta dos meus sonhos
Quero me livrar desta rotina
Viver além da certeza
Viajar para os mundos que nunca vi
Conhecer novos amigos e ser feliz
Amar a minha vida como sempre é
Ser simplesmente verdadeiro
Vislumbrar as paisagens lindas
Por entre as maravilhas
E levar a esperançosa
Junto em minha garupa
E mesmo depois da morte
Levarei essa lembrança comigo
Sempre serei grato à Deus
Por esta vida maravilhosa
E assim vou viajando
Rumo ao mais distante infinito
Pra começar tudo de novo
E viver vida nova.
Fábio Valentim
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