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Viver é como andar de bicicleta. É preciso estar em constante movimento para manter o equilíbrio.
Albert Einstein
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Objectivo Torre, foi hoje cumprido
Caria, Canhoso, Covilhã, Penhas da Saúde, Torre, Manteigas, Sameiro, Vale de Amoreira, Valhelhas, Belmonte, Caria - 94,9 Km
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segunda-feira, 16 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
Peso e Pesinho
Problemas informáticos dificultaram-me a colocação deste post no blog mais cedo, mas a situação foi resolvida com o recurso a um outro computador cá de casa. Assim, hoje, eu, Vítor e Moisés, realizámos uma volta diferente da inicialmente programada, isto porque o corpo de alguns companheiros anda castigado e é preciso dar-lhe algum descanso. Partimos pouco depois das 7 horas e 30 minutos de Caria, após termos tomado um cafezinho no Piela's, passando pela Capinha, Alcaide, Fundão, Aldeia de Joanes, Pesinho, Peso, Vales do Rio, Dominguizo, Tortosendo, Covilhã, Canhoso, Teixoso, Caria, tendo eu feito companhia ao Vítor e ao Moisés até Malpique, visto que ainda era cedo e passando por Belmonte Gare, Inguias e regressando a Caria.
Ficam algumas fotos. Foto de grupo na ponte sobre o rio Zêzere, que faz a ligação entre o Peso e o Pesinho.
Vítor e Moisés, com o Peso lá ao fundo.
Imagem do Zêzere para jusante.
A montante.
O Pesinho visto da ponte.
O Peso, visto do mesmo local.
A ponte que une as margens de duas aldeias de concelhos distintos: o Pesinho do concelho do Fundão e o Peso (na imagem) do concelho da Covilhã.
Algumas casas e instalações industriais ainda pertencentes ao Peso, no sentido dos Vales do Rio.
sábado, 14 de agosto de 2010
Um pouco de História - Batalha de Aljubarrota, 14 de Agosto de 1385
Desproporção de forças
Batalha de Ajjubarrota, 14 de Agosto de 1385:
- Portugal 6500 homens;
- Castela 31 000 homens;
- Portugal 1700 lanças, 800 besteiros, 4000 peões, (400 arqueiros ingleses);
- Espanha 5000 lanças, 2000 cavaleiros, 8000 besteiros, 15 000 peões, (800 cavaleiros franceses ) (alguns aliados portugueses).
A batalha :
A batalha começou pelo estrondear das novas catapultas, armas de fogo que os portugueses desconheciam, pelo que ficaram algo impressionados, mas estas armas ficaram destruidas logo apos os primeiros tiros, desfazendo-se e provocando mortes entre os próprios castelhanos, de tal forma era tosca a sua construção.
Refeita a primeira hesitação, a vanguarda de Nuno Álvares Pereira pôs-se em marcha, vagorosamente em direcção à extensa frente do inimigo.
Este foi um dos momentos cruciais da batalha, pois a frente de combate castelhana era muita larga e capaz de flanquear e envolver rapidamente as forças portuguesas.
Mas os cavaleiros castelhanos mais uma vez surpreendidos por verem os portugueses apeados, começaram a encurtar as suas lanças, partindo-as, para as tornar mais manejáveis.
A operação abrandou o seu ataque.
A cavalaria francesa atacou sem ordens, o seu ataque foi tão violento que toda a vanguarda portuguesa vacilou, rompeu ao centro e flectindo em ambos os lados, deixou penetrar pela brecha no seu campo quase toda a cavalaria inimiga .
À espera de ordens, que não foram dadas porque o ataque fora lançado antes de estar tudo preparado, as 2 alas castelhanas não se moveram para reforçar a investida.
Foi então que a táctica do quadrado funcionou na perfeição.
As 2 frentes de batalha portuguesa voltaram a unir-se reconstituindo a face do quadrado, cercando o ataque inimigo e cortando-lhe a fuga.
Depois foi quase um massacre, na ala direita portuguesa os arqueiros inglenses flechavam tranquilamente os cavaleiros franceses cercados.
A ala dos namorados acometia-os do seu lado com fúria.
E para tornar ainda mais mortífera esta ratoeira , D. João de Portugal, avançou com a sua reserva de 700 lanças, acabando de os esmagar entre a sua massa e a Ala dos namorados .
Desorientada, pela unidade do ataque e pela incompreensão do que se passava, a rectaguarda e uma das alas castelhanas recuou logo .
Foi o caos, pois quase atropelaram os seus bagageiros, produzindo uma confusão enorme, um pânico contagioso, que alastrou por todo o campo .
Foi o próprio rei de Castela o primeiro a dar o exemplo, fugindo com a sua escolta para Santarém que ainda se lhe mantinha fiel. O seu terror era tal que quando chegou a Santarém, entrou rapidamente num barco que o levou a uma das galés e partiu imediatamente para Sevilha.
Os portugueses redobraram então a energia e acabaram rapidamente com o inimigo, em vitória rápida e sangrenta.
Somente o Mestre de Alcântara aliado dos castelhanos fez um esforço para evitar a derrota, rodeando a posição portuguesa pela direita com sua cavalaria, para atacar a rectaguarda onde estavam os peões de D. João I de Portugal.
Mas já nessa altura o Condestável, já vitorioso pode ocorrer com a sua cavalaria e resolver a situação .
A debandada dos castelhanos foi de tal ordem que além do grande número de mortos, os portugueses conseguiram fazer milhares de prisioneiros e ficar com toda a bagagem inimiga.
No campo de batalha, as baixas portuguesas foram cerca de 1000 mortos, enquanto no exército castelhano se situaram em aproximadamente 4000 mortos e 5000 prisioneiros.
Fora do campo da batalha terão sido mortos nos dias seguintes pela população portuguesa, cerca de 5000 homens de armas, em fuga, do exército castelhano.
Devido ao significado político da Batalha e aos seus numerosos nobres e homens de armas que aí morreram, Castela permaneceu em luto por um período de dois anos.
Volta para Domingo, 15 de Agosto
Caria, Capinha, Enxames, Mata da Rainha, Aldeia de Santa Margarida, Pedrógão de São Pedro, Penamacor, Meimoa, Vale da Senhora da Póvoa, Terreiro das Bruxas, Casteleiro, Caria - 96,9 Km.
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sexta-feira, 13 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
domingo, 8 de agosto de 2010
Volta para Quarta-feira, 11 de Agosto
Caria, Canhoso, Covilhã, Penhas da Saúde, Torre, Manteigas, Sameiro, Vale de Amoreira, Valhelhas, Belmonte, Caria - 94,9 Km
Adiada para uma próxima oportunidade.
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Adiada para uma próxima oportunidade.
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Por Vale de Estrela
Hoje, pelas 7 horas, eu, Vítor, Moisés e Sr. António efectuámos a denominada subida de Famalicão, com paragem em Vale de Estrela, para tomar um cafezinho, reabastecer de água e tirar algumas fotos. Continuámos a nossa volta rumo ao Sabugal e depois Caria, tendo o Sr. António prosseguido pela Estrada Nacional 18, para Belmonte.
Ficam algumas fotos tiradas em Vale de Estrela.
Sr. António mostra a chave de corrente, enquanto Vítor e Moisés repõem energias.
Foto de grupo.
As nossas companheiras.
sábado, 7 de agosto de 2010
Alongamento no ciclismo
Alongar membros inferiores no ciclismo é muito importante para evitar lesões.
Reduzem também as tensões articulares provocadas por músculos muito encurtados, que na maioria das vezes são responsáveis por problemas articulares (principalmente em idosos ou indivíduos que se viciam em posições erradas no dia-a-dia ).
Aumenta da eficiência mecânica por permitir a realização dos gestos desportivos em faixas aquém do limite máximo do movimento onde a resistência ao gesto é maior.
Permite a realização de gestos e movimentos que sem esta seriam simplesmente impossíveis.
Diminui os riscos de lesões e distensões, apesar de não confirmado experimentalmente, a prática tem-nos demonstrado a sua veracidade.
Propicia condições para melhoria da agilidade, força e velocidade, reduzindo a deterioração física associada com a idade.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Mais uma vez Casal da Serra
Tal como programado, eu, Pedro e Sérgio fomos até ao Casal da Serra, realizando um excelente passeio num ritmo de andamento bastante vivo. Foi mais uma magnífica manhã de ciclismo.
Fica a foto de grupo junto ao chafariz do Casal da Serra:
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